Painel Zero | The Remarried Empress: A Imperatriz que Virou o Jogo


Decidi finalmente começar a publicar e nada melhor do que começar por essa obra maravilhosa, onde a personagem principal é uma deusa e eu não falo apenas de beleza, carácter, postura, tantas qualidades, ela é do tipo de pessoa que não passa fome, pois está sempre pronta para jantar alguém, principalmente macho escroto.


REMARRIED EMPRESS

SINOPSE: Navier era a imperatriz ideal—digna, inteligente e impecável. Mas seu marido, o imperador, queria mais do que uma parceira competente; ele queria uma esposa submissa. Assim, ele a descartou em favor de uma escrava, elevando-a à posição de concubina. Navier suportou tudo com dignidade, até o dia em que ouviu o imperador prometer à jovem o trono de imperatriz. Diante dessa traição, ela tomou uma decisão ousada: se casaria novamente—desta vez, com o imperador do reino vizinho. 


Simplesmente fico impressionada como tem gente que não consegui empatia por ela, mesmo ela tendo uma personalidade fria e indiferente, da para sentir QUE MULHERÃO.

Se vocês curtem ver gente escrota se fudendo bem bonito, vão se deliciar com essa obra.

Uma pausa para admirar a imperatriz Navier



Minha não tão humilde opinião:

Vindo de uma família que já criou varias imperatrizes, Navier cresceu aprendendo tudo que precisava para ser a mais perfeita, mesmo sendo um casamento politico os dois se davam muito bem quando eram crianças, mas, eles cresceram e por incrível que parece Soviet (Imperador), ao invés de amadurecer, apodreceu. 

Devido a Navier sempre buscar ser a mais perfeita imperatriz, isso acabou nos olhos do marido sendo uma característica que a tornam imperfeita.

Não satisfeito em trazer uma concubina para o palácio ele também queria que a imperatriz a mimasse e obedientemente lhe passasse a coroa. 

MY GOOD A NOÇÃO DELE FICOU NO SIMBOLO QUÍMICO DO COBRE.

Já adianto que estejam preparados para as injustiças, pobre Imperatriz sofreu mais que a Juliete (BBB21), você vai odiar com todas as forças os dois projetos de fezes, que conseguem serem mais arrombados que o Joffrey (GOT).




Vou apresentar os dois seres mais desnecessários da obra, lado direiro ela, com seus olhos que parecem duas torneiras, me admira a velocidade que brota lagrima nesses olhos.

Rashta - Ratazana, sonsa, fingida - Deixando meu julgamento de lado.

Rashta foi uma escrava fugitiva que encontrou abrigo nos braços do imperador, tendo passado por um passado traumático ela desenvolveu uma personalidade manipuladora, para melhor sobreviver.

Do lado esquerdo temos o imperador Soviet (Sovieshu), um lixo de pessoa, um completo desperdício de oxigênio - tirando de lado meus julgamentos.

Ele foi criado de maneira super protetora, e ao decorrer da história vemos sua personalidade impulsiva, egoísta e mimada.

Ao decorrer da obra Navier sofre bastante mas não calada, ele sempre está mostrando ao solixo que não é uma imperatriz atoa.

É cada pisada que tenho certeza que no lugar da língua ela tem um chicote.

Claro que não poderia finalizar sem falar do par romântico de Navier, o gênio, bilionário, playboy, filantropo (referências a parte) Rei Heinley é um dos mais atraentes da obra.

Heinley consegue ser fofo, atencioso, carinhoso, educado, prestativo, tudo de bom e do melhor.

Em alguns momentos da relação deles eu espero migalhas nunca imaginei que teria ouro.

Já adianto a reação de todos quando finalmente chegar o divórcio, a satisfação sentida ao ver o solixo e a ratazana se fudendo bonito. Ainda acrescento Navier teve muita paciência porque no capítulo 3 eu já tinha mandado ele a puta que pariu a dentro.




O que mais me prendeu nessa obra, é o fato que ela não se prende ao clichê padrão, onde a pobre indefesa plebeia vive um amor proibido com o imperador e a imperatriz vira uma vilã que acaba banida ou morta e o casal vive feliz para sempre.

Gosto de como as 4 partes são demostradas e principalmente de como a relação entre Navier e Heinley se desenvolve, fofa e cômica.

De como o clichê é quebrado onde a nobre de alto escalão, com família e amigos é vista como vítima sendo que na maioria das obras ela é retratada como vilã.

É uma boa leitura focada, apesar do divorcio ser lento quando ele saí, chega sobe os níveis de serotonina. 

Os personagens são cativantes e os vilões são burros, então recomendo bastante.

Mas aviso novamente que é uma leitura bem sofrida, vai ter momentos que ter vontade de dropar a obra, tacar o telefone na parede mais próxima, mas se lembra que é um trabalhador de CLT e que levaria meses para comprar outro.  

Um observação bem interessante: 

Navier foi inspirada em Leonor da Aquitinia, uma rainha que ficou conhecida por "trocar de marido"

Por que você deveria ler:

Se você adora ver vilões se dando mal e protagonistas tomando as rédeas de suas vidas, The Remarried Empress é para você. A história é uma mistura de drama, política e romance, com personagens complexos e reviravoltas emocionantes. Navier é uma protagonista forte que não se deixa abalar pelas adversidades, mostrando que é possível recomeçar e encontrar a felicidade, mesmo após grandes traições.

Onde Ler

A boa noticia é que a obra é bem espalhada diria eu.

Tem o mangá 

Tem novel 


E é isso, boa leitura e bem vindo aos vícios.

Dica de leitura:

Para quem gosta de histórias com protagonistas femininas fortes e tramas emocionantes, e nessa mesma pegada de imperatriz também recomendamos [I Will Fall With The Emperor]. Você pode conferir mais sobre ela aqui
.

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